ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DR. MARIA AMÁLIA
PROFESSOR: TANIA CRISTINA ARAÚJO SERIQUE
ALUNO: THAILENA DE JESUS NOGUEIRA
O LUGAR ONDE MORO
Santarém é o lugar onde moro
e onde sempre irei morar,
Santarém é a cidade, mais linda,
do Estado do Pará.
Santarém a ti dedico,
todo o meu amor,
és linda, és formosa,
que todos os que te olham,
vêem teu esplendor.
Santarém em ti encontro,
dois rios inebriantes,
Amazonas e Tapajós,
que encantam todos nós.
Santarém é o lugar onde moro,
e tenho orgulho de morar,
Santarém é muito bela,
E aqui para sempre quero estar.
Santarém em ti encontro,
muitas belezas do meu Pará,
Todos os que ti visitam
querem aqui voltar.
Santarém tu és cidade
da mandioca e do açaí
Dizem que quem deste prova
gosta e não sai daqui
Santarém é a mais bela
de todas que eu já vi
Santarém é onde moro
onde vivo é o Mapirí
Mapirí é onde vivo,
e onde pretendo ficar,
Santarém é minha cidade,
Para sempre aqui quero estar.
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DR. MARIA AMÁLIA
PROFESSOR: LUCICLEIA REGINA FERREIRA TAVARES
ALUNO: DERICK ANDREI
O LAGO DO MAPIRÍ
O lago do Mapirí era um encanto muito, muito bonito. Localizado na cidade de Santarém do Pará, de natureza deslumbrante, lá existiam vários tipos de peixes.
Com o passar do tempo a população foi crescendo e os pais de família iam pescar para sustentar-se. Eles acabaram inventando uma maneira de pegar bastante peixe: as bombas caseiras elas matavam peixes grandes, pequenos e filhotes, por isso, a maioria está em extinção e os principais peixes da nossa região, entre eles o pirarucu e o peixe-boi a maioria da população amazônidas só conhecem por nome, fotos ou documentários.
Os pescadores fabricavam as bombas e depois jogavam no lago para ela explodir e matar todos os peixes que ali passavam, porém quase destruíram o lago e sua vegetação os próprios pescadores se machucavam, um deles hoje ainda mora próximo ao lago. Ele perdeu parte de seu braço pois quando fabricava uma bomba caseira em sua residência, por um descuido uma das velas caiu sobre a pólvora que estava espalhada ali: o fogo foi em direção a bomba. Ela explodiu em suas mãos, foi horrível, mais importante que ele sobreviveu.
Ele agradeceu a Deus porque apesar de ter perdido os dois braços e viveu para contar histórias conscientizar as pessoas não praticar esse tipo de pescaria.
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DR. MARIA AMÁLIA
PROFESSORA; NANCI SOUSA PINTO
ALUNO: GABRIEL CUNHA DA SILVA
A INVASÃO
Recordo-me de quando meus pais e eu chegamos aqui para conseguir um terreno, não existia um bairro, mas sim um monte de mato. Nós invasores íamos lavar roupa lá no lago do Mapirí, pois não existia água encanada. Eu, papai e mamãe íamos pescar, trazíamos os mais variados tipos de peixes: Tucanaré, jaraquí, tambaquí, e outros, mas depois inventaram as bombas, e os próprios moradores acabaram com a fartura.
Lembro-me que fizemos um campo de futebol, que chamávamos de correinha, não era um campo de futebol profissional, mas era nosso campo. Lá eram disputados vários torneios, não valia prêmios, era só diversão. Mas também existiam uma gangue chamada “parazão”, nós temíamos passar a noite lá no correinha, até porque não tinha luz elétrica, e se tivesse; do mesmo jeito eles não tinham dó.
No correinha também foi celebrada a primeira missa da área no dia 25 de dezembro de 1982 pelo padre Edilberto Sena, lá estava presente a presidente do bairro Maria Cândida Silva, que anos depois num trágico acidente doméstico, morreu queimada, e o vigário da comunidade Frei Leão. Nós rezávamos novenas e terço pedindo que Deus tocasse no coração das autoridades que liberassem a área.
Naquela época não cozinhávamos em fogão a gás, mas sim a lenha ou carvão. Agora tudo mudou tem rua asfaltadas, carros, motos, luz elétrica, fogão a gás, casa e alvenarias e água encanada.
Mesmo com todo o progresso, e apesar da pouca idade que tenho, me atrevo dizer que a vida era mais difícil e gostosa quando tinha aroma e sabor de comida feita a lenha…Hoje, tudo mudou, ma continuo apesar suficiente para o meu sustento, e acho que não se repetirá aquele tempo de fartura.
A ENCHENTE I
Quando a enchente começou
Todo mundo se assustou
A enchente tão grande ficou
E muito município alagou
E a tristeza ficou junto com a dor
Ela está vazando e tudo está passando
Os municípios agora estão secando
A população está amando
Agora e só recomeçar
Por que a enchente vai passar
Agora e só pensar positivo
Porque Deus está contigo
Autor: Aluno da 8ª Série : Francenildo da Silva Campos
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A ENCHENTE II
Os rios do mar
estão enchendo sem parar
A cada dia há um caso de enchente
É isso destrói muita gente
Quando a enchente chegar
D destrói casas destrói lar
É eu pergunto pra mim mesmo
Quando isso vai acabar?
A enchente chega
É chega sem avisar
Mais quando ela chega pra valer
Ela faz tudo se acabar
É então me pergunto novamente
Quando isso vai acabar?
Agora agradeço a Deus
Porque o rio está abaixando
Porque meu Deus eu já
Não estava mais aguentando
Ver tanta gente chorando !!
Muitas casas destruídas
Que agora vão ser construídas
Com alimentação
E muita determinação.
Autor:Aluno da 8ª Série:Edgar Lima de Amorim
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POEMA:A ENCHENTE III
O período da cheia
ocorre muitos riscos
como para as pessoas
e o meio ambiente
A enchente desse ano
foi uma enchente muito grande
deu muitos prejuízo devido a
chuva ter cavado as ruas da cidades
com a enchente pede ver
tanto sofrimento
casas e lagos alagadas
a as pessoas desesperadas
o risco e muito maior
com as aguas empossadas
e os lixos nas ruas sem
poder as crianças brincarem
Autor: Aluno da 8ª Série: Liliane Vasconcelos
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Paródia
“A historia da língua portuguesa”
Uma grande história assim
È cultura total
Olha o português
Tem origem do latim vulgar
Vale apena meu povo saber português
E’ a lingua do nosso Brasil
De Guiné-bissau e o portugal
Do Timor,Moçambique e Angola
São Tomé e Principe falam Português
Com alegria aprendi na escola e pudi notar
Que a hitória de língua Portuguesa é espetacular
Esta misturada ao Tupi-guarani
A primeira lingua do nosso Brasil
Tambem a cultura Africana que contribui
Mas quem te viu quem te vê Brasil como você cresceu
Aprendi outro dia a lingua que você me deu
E neste momento eu te agradeço
Com muito carinho,amor e paixão
Mais uma vez é a Maria Amália na educaçao
Refrão
Não é mole não,meu irmão
Não é mole não
Agente estudando a lingua
Isso é educação
Resultado da pesquisa sobre a Historia da Lingua Portuguesa.
Alunos da 8ª Série: Rivelino, Rhostan e Rafael.

Aluno da 8ª série em apresentação de trabalhos feitos no laboratório de informática




esses trabalhos da turma802 ficaram otimos:a parodia da lingua portuguesa,as poesias sobre as enchentes.ta muito bom!
Oi gente, adorei o blog de vcs!
Estou estagiando nessa escola, e fiquei muito feliz ao encontrar tantos trabalhos interessantes.
Espero poder acompanhar um pouco mais as coisas boas que têm para oferecer, e aprender um pouco mais também.
Beijos.
Hé! o tempo do “copie do quadro” deve ficar para tráz.Este trabalho com diferentes generos literarios demonsrta a real função social da leitura e escrita, é importante valorizar essa prática na escola para que os alunos possam conhecer as diferentes formas de expressar seus pensamentos. Álias! formar cidadãos críticos e participativos na sociedade não é o verdadeiro papel da educação? Parabens professora(s) pela iniciativa. Gleidson Pereira (laboratório informática)
Parabens! a todos os educadores que fomentaram esta idéia e aos alunos que aceitaram e mostraram suas competencias. Nazaré Repolho.